sábado, 20 de junho de 2009

SEXTA-FEIRA 13


Fotos : Rob Zombie

Era uma sexta-feira 13, aproximadamente 21:00 horas, quando o meu telefone fixo tocou. Um tio estava na linha, me ligou para avisar que o meu vovô querido encontrava-se muito doente, e que o médico da cidade alertara que o velho não passaria daquela noite. Então, apavorado com a notícia, me arrumei as pressas para a viagem que duraria cerca de duas horas. Peguei o meu carro, abasteci e segui viagem. Quando já havia rodado cerca de uma hora, procurei o meu telefone celular, mas não o encontrei. Já percebi que teria problemas na viagem e que já havia começado. Era mês de agosto, fazia muito frio e a chuva era acompanhada por uma ventania terrível, mas continuei, não poderia deixar de fazer talvez a última visita ao meu querido avô, pai de meu pai, (papai havia falecido cinco anos atrás, vítima de um derrame , a noite estava escura, só havia luz dos faróis do carro, enquanto que à volta a escuridão era total.

Já havia percorrido 70 quilômetros quando surgiu do nada uma “mula-sem-cabeça”, soltando fogo pelas ventas, em direção ao meu carro, a noite estava escura, só havia a luz dos faróis do carro, enquanto que à volta a escuridão era total. com o susto perdi total controle do carro, que mesmo freado foi bater direto em uma árvore na beira da estrada. Senti um líquido quente descer pela minha testa, entrei em pânico! Havia batido a cabeça. Pronto! Eu estava frito mesmo! Dei a partida mas o carro nada de “pegar”, o que fazer? Carro quebrado, frio, chuva, vento, a cabeça cortada pela colisão sem telefone! Então pensei, não posso ficar aqui parado, preciso fazer alguma coisa! Peguei uma lanterna no porta-luvas e sai do carro para tentar conseguir ajuda. (Antes não tivesse saído). Um milagre.Quando entrei na mata, lanterna na mão próximo a estrada, avistei uma velha cabana. Corri em direção a ela.Gritei várias vezes mas não obtive resposta. Então resolvi entrar, abri a porta e quando abaixei o pé direito de encontro ao solo, surgiu um som agudo estarrecedor, eu havia pisado em algum animal, provavelmente uma ratazana, tremi. Mas acabei criando coragem para continuar a explorar a velha cabana.Não havia um lampião, vela, ou alguma coisa que pudesse usar para clarear o local, só a minha lanterna, e não iria durar muito. Com ela consegui identificar algumas coisas, como um fogão, uma mesa, uma poltrona velha, e uma cama de solteiro em um canto do cômodo. Então exausto, virei o colchão para me deitar na parte menos empoeirada. Estava sonolento, quando de repente ouvi um barulho de alguém se arrastando para perto da cama ,eu perguntava: quem está ai, quem está aí, quem é?Mas não havia resposta, peguei a lanterna e iluminei para o alto da minha cabeça, quando então eu vi, uma figura fora do comum com um pequeno machado na mão, pronto para me golpear a cabeça, aquele ser louco gritou alto e desferiu aquela ferramenta de corte com toda força em direção à minha cabeça, gritei, aaaaaaaaaaaaaiiiiiiii!.

Acordei, era um pesadelo! Eu estava deitado no sofá de casa, som ligado mas sem áudio, camisa jogada para um lado, sapatos para outro e uma caixinha de cd do Rob Zombie na mão . Duas horas da manhã! Estava todo suado, com dor de cabeça e pasmo. Liguei para o meu tio, que atendeu prontamente , contei a ele o que me acontecera, e ele me disse para ficar tranqüilo, pois estava tudo bem com meu vovô. No dia seguinte, quando saia de casa para o trabalho, assim que desci o pé direito da soleira em direção ao solo, senti que pisara em alguma coisa volumosa, deformada mas já inerte, levantei o pé......era uma terrível ratazana morta, ensangüentada, Argh!

Obs. Escrever um texto como esse e colocar no blog sabendo que muita gente vai ler é como colocar a cabeça em uma guilhotinam, pois ele contém erros. Longe de mim, querer ser escritor, mas qual é a "maior pisada" no texto?

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